sexta-feira, 16 de novembro de 2012




D’O Jornal de Hoje

O PMDB deve se reunir em 2013 para discutir a permanência ou possível saída da base de apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Após uma campanha eleitoral marcada por forte desgaste do governo, os líderes peemedebistas estão preocupados com a sobrevivência política em 2014. Atendendo ao apelo das bases e dos mais de 50 prefeitos eleitos neste ano, as lideranças da legenda devem debater internamente a conveniência da manutenção desta aliança. A possibilidade de o PMDB deixar a base de Rosalba será avaliada nesta discussão. Ampliação da participação da legenda na gestão, por ora, está suspensa. O partido também não descarta discutir candidatura própria para o governo do Estado e para o Senado em 2014.

“Nós vamos fazer uma avaliação mais consistente, mais precisa. Vamos nos reunir no partido, através de uma iniciativa do presidente, deputado Henrique Alves, que já está pensando nesta reunião, a ser realizada provavelmente no próximo ano, para tomar algumas decisões, a partir de uma avaliação mais abrangente”, explicou hoje o ministro da Previdência, Garibaldi Filho (PMDB). Segundo ele, esta “é uma posição de cautela legítima” do partido, que deseja “fazer a avaliação do que houve nos últimos dois anos”.

Em entrevista ao Jornal de Hoje, o ministro reconhece o desgaste da gestão, que em Natal supera 70%, como principal motivador da discussão sobre a continuidade ou não da aliança.

Candidatura em 2014

Ex-governador do Rio Grande do Norte e atualmente senador licenciado para exercer o cargo de ministro da Previdência, Garibaldi salienta que nas discussões que irá promover em 2013 o PMDB irá decidir se permanece ou se abandona a gestão Rosalba Ciarlini, se indicará ou não secretários (se o partido for convidado a assim proceder) e ainda se a legenda deverá ou não apresentar candidatura própria em 2014.

sábado, 10 de novembro de 2012


CÂMARA DEBATE PROJETO DE AGRIPINO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA



 Proposta que isenta material escolar do pagamento de impostos é elogiada por representantes do setor
O projeto de lei do senador José Agripino (RN) sobre isenção de material escolar foi tema de audiência pública na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (8). A reunião, promovida pela Comissão de Finanças e Tributação, levou a Brasília vários presidentes de associações, fabricantes e distribuidores de artigos escolares. Todos elogiaram a iniciativa do líder do Democratas. “Cerca de 51 milhões de estudantes serão beneficiados com esse projeto, que é fundamental para o país”, afirmou o presidente nacional da Associação Brasileira de Indústria Gráfica (Abigraf), Fábio Arruda Mortara. Para o representante da Associação Brasileira de Fabricantes e Importados de Artigos Escolares (ABFIAE), Rubens Passos, a Casa tem a obrigação moral de aprovar o projetoi. “É uma oportunidade de mostrar o comprometimento com a educação no país”. 

Segundo Agripino, a aprovação do projeto é uma ferramenta no combate a evasão escolar. “Uma das causas da evasão escolar é o pai de família que muitas vezes não tem condições de comprar material para três, quatro filhos”, ressaltou. O líder também  discordou de alguns parlamentares governistas que justificaram ser contra o projeto alegando que a redução desses impostos poderia comprometer a receita do governo federal. “A causa é nobre: priorizar efetivamente a educação. Essa isenção de impostos não vai quebrar as finanças do país”, protestou Agripino.

Discutido e já aprovado no Senado, o projeto de lei isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) materiais como lápis, borracha, mochila, cola, caderno e caneta esferográfica. Os impostos nesses itens podem chegar a quase 50%. Hoje, o valor médio de uma caneta é de R$ 0,60. Sem os impostos ocultos, cairia para R$ 0,29.
O projeto de Agripino segue para a Comissão de Constituição e Justiça e depois para votação no plenário da Câmara. 

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AGRIPINO RECEBE VISITA DE ARTHUR VIRGÍLIO



O senador José Agripino recebeu na tarde desta quinta-feira (8), em Brasília, a visita prefeito de Manaus, ex-senador Arthur Virgílio (PSDB). Eleito com 66% dos votos válidos, Virgílio ganhou destaque no Brasil por receber a maior votação que um candidato à prefeitura de Manaus já obteve em 20 anos. Foram mais de 603 mil votos.

Ex-líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio atuou junto com Agripino em decisões importantes para o país, como a luta pela não prorrogação da CPMF, em dezembro de 2007, e nas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar o governo Lula.
F: AssCom